
Sexta-feira, Agosto 31, 2007
Cura para leucemia
Novos remédios trazem esperanças aos portadores de uma doença que antes só podia ser curada com o transplante de medula. É uma doença que atinge, principalmente, as crianças: a leucemia, um tipo de câncer agressivo, que afeta o sangue.
O Brasil está conseguindo bons índices de cura. Os resultados são cada vez mais promissores: quase 80% de cura. São casos de recuperação que estão mudando a forma como os médicos, os pacientes e a família enfrentam a doença.
Não tem mágica, nem milagre. É o avanço da tecnologia. Nos últimos anos, a indústria investiu numa nova geração de remédios mais eficazes no combate à leucemia. Muitas crianças nem precisam passar mais pelo transplante de medula.
“Não era mais somente um tipo de medicação. Você intercalava. Isso também facilitava o caminhar do tratamento”, conta a mãe de Mariana, Claudia de Crescenzo.
A doença apareceu quando Mariana tinha 6 anos de idade. Quando a família achou que ela estava curada, a leucemia voltou. Daquela época, ficaram as fotos e os quadros que Mariana pintou. Hoje, aos 11 anos de idade, ela está curada.
“Eu fiquei muito feliz, porque a gente lembra de tanta coisa que a gente passou tão ruim”, diz Mariana.
As novas drogas são chamadas de terapia-alvo, porque preservam as células boas e destroem apenas as cancerígenas.
“Hoje em dia, aquele sentimento fatalista que existia com relação à palavra ‘câncer’, certamente, não se justifica mais. E é uma luta que vale a pena ser lutada, com toda certeza”, afirma o médico Vicente Odone Filho.
Além dos resultados favoráveis, o paciente sofre menos efeitos colaterais, como enjôos e quedas de cabelo. Há 20 anos no Brasil, de cada dez crianças com leucemia, apenas três eram curadas. Hoje, esses números são bem maiores: de cada dez, oito pacientes com menos de 15 anos de idade conseguem se livrar da doença. O fato de as famílias não precisarem mais sair de onde moram para procurar tratamento tem contribuído para a cura.
Itaciara Monteiro Coelho tinha 9 anos quando deixou Manaus para tratar uma leucemia rara em São Paulo. A doença desapareceu do corpo, mas não do dia-a-dia da estudante, que hoje trabalha em uma associação de apoio a pacientes com câncer.
“Eu me superei. Hoje em dia, eu sou uma vencedora. Tive varias sessões de quimioterapia, meu cabelo chegou a cair, só que hoje em dia eu me sinto como uma guerreira. Hoje estou aqui para ajudar as outras pessoas que procuram também, que eu já passei por essa situação”, conta a estudante Itaciara Monteiro Coelho.
Os médicos acreditam que a leucemia infantil, em um futuro próximo, seja controlável, como são, por exemplo, a diabetes e a pressão alta. Isso evitaria tratamentos mais agressivos. Os novos remédios, usados no combate à doença, também tem sido utilizados no tratamento a outros tipos de câncer, com bons resultados.
Fonte: Bom Dia Brasil
Postado por Sandra 12:15 PM
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Nome: Sandra Nery
Idade: 50 anos
Cidade: Recife
E-mail: sandranery@globo.com
::LinksAmeo (Associação da Medula Óssea)
*Em primeiro lugar a Deus, pela minha nova vida.
*Meu amor e meu agradecimento as minha filhas Yunna e Aynná e minha sobrinha Naiane.
*A Dr. Fernanda Ribeiro, pela calma e confiança.
*Aos trabalhadores encarnados e desencarnados da casa de Fransisco de Assís, em especial a Sônia Gonçalves, Rosane, Nilda, Rui, Valéria e Fernando Seiroz anjos enviados por Jesus para me socorrerem nos momentos de minhas aflições, que iluminam o meu caminho e o de tanto outros enfermos necessitados de luz no corpo e na alma.
*Agradeço a todos os médicos, enfermeiros, doadores de sangue, plaquetas, enfim, todos que contribuiram para o meu restabelecimento.
*Meu carinho especial a Tânia e Mércia da oncologia do hospital São Marcos.
*Meus mais sinceros agradecimentos as amigas Maria Rosa e Marissol que tanto me ajudaram nos momentos mais difíceis e hoje continuamos compartilhando bons momentos, a elas o meu muito obrigada e agradeço a Deus por tê-las como amigas.

